HOJE É DIA DE ROCK

Cartaz Hoje é dia de Rock

Acervo Nós do Morro: Arte criada para fachada do teatro

 

 

A montagem da peça “Hoje é Dia de Rock” foi levada à cena pelo Nós do Morro no início do ano de 1990, no Teatro do Centro Comunitário Padre Leeb. A montagem se baseou na peça de autoria de José Vicente que fez muito sucesso no Rio de Janeiro, onde foi apresentada pela primeira vez no Teatro Ipanema, cumprindo temporada de 1971 a 1973 e tendo sido considerada pela crítica como o mais importante espetáculo do ano de 1971. A montagem original de “Hoje é Dia de Rock” tinha direção de Rubens Corrêa, com elenco que contava com artistas conhecidos, como Evandro Mesquita (Blitz), Isabel Ribeiro, Nildo Parente e Ivan de Albuquerque. A montagem do Nós do Morro, em 1990, fez uso do elenco do grupo que, desde 1987, vinha sendo preparado com aulas de formação de ator, corpo, improvisação e canto, muitos dos quais fizeram parte das montagens anteriores do grupo como as peças “Encontros”, “Os Dois ou o Inglês Maquinista”, “Torturas de um coração” e “Biroska”.

 

 

“Hoje é Dia de Rock” conta a história dos filhos de Pedro Fogueteiro, moradores de uma cidade do interior mineiro e que passam por um processo de transformação na sua juventude, influenciados pelo ritmo novo que começa a tomar conta do mundo: o Rock and roll.

 

O espetáculo “Hoje é Dia de Rock” do Nós do Morro marca a história do Grupo por ter sido o último espetáculo a ser apresentado no Teatro do Centro Comunitário Padre Leeb. Este espaço, idealizado pelos integrantes do grupo e construído no espaço onde existia uma capela feita pelo padre alemão, mas que nunca foi utilizada por falta de licença da Arquidiocese do Rio de Janeiro, funcionou de 1987 a 1990 como sede e sala de apresentações do Nós do Morro. Ali foram encenados espetáculos como “Encontros”, “Torturas de um coração”, “Os dois ou o inglês maquinista” e “Biroska”.

 

 

Em meados de 1990, o Centro Comunitário foi ocupado pela Secretaria Municipal de Cultura, após intensas negociações da prefeitura com o padre Leeb, que viu na entrada do governo municipal uma possibilidade de regularização do seu espaço comunitário. Um dos primeiros atos da Secretaria Municipal de Cultura foi a intromissão na administração do espaço e a crise acabou tirando o Nós do Morro do local. Dali, o grupo perambulou por vários espaços, como o da Escola Municipal Djalma Maranhão, até chegar aos fundos da Escola Municipal Almirante Tamandaré, em 1993, local onde foi construído o Teatro do Vidigal que, até a cessão do Casarão da Rua Nova (2000), funcionou como sede do grupo e local de apresentações das nossas montagens.

 

Semana que vem continuaremos contando a história do Grupo Nós do Morro que completa 30 anos em 2016!

 

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Cartaz Hoje é dia de Rock acervo Nós do Morro

Acervo Nós do Morro: Cartaz do espetáculo "Hoje é Dia de Rock" em 1990