NÓS DO MORRO COMEMORA 30 ANOS DE ATIVIDADES COM OCUPAÇÃO NO TEATRO SERRADOR

Ocupação Serrador

 

 

É com muita alegria que convidamos a todos a celebrarem, conosco, os 30 anos do Grupo Nós do Morro. Com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e da AGUAS – responsável pelas residências artísticas do Teatro Municipal Serrador, faremos uma ocupação no referido teatro, que contará com dois espetáculos, duas edições do Serve-se – um sarau artístico com muita música e poesia –, um debate sobre arte e cultura, além de oficinas de teatro e dança.

 

O Grupo Nós do Morro celebra seus 30 anos com o patrocínio da Petrobras.

 

PROGRAMAÇÃO

 

Bataclã

02 a 16 de novembro

Terça e quarta, às 19h30

 

Abalou, um Musical Funk

11 a 20 de novembro

Sexta, sábado e domingo, às 19h30

 

Serve-se

03 e 10 de novembro

Quinta, às 19h30

 

Debate: Teatro e Movimento para o Futuro

17 de novembro

Quinta, às 19h30

 

Oficina de Teatro com Guti Fraga

12 de Novembro

Sábado, das 15h às 18h

 

Oficina de dança Afro com Eliete Miranda

19 de novembro

Sábado, das 15h às 18h

 

INGRESSOS:

R$ 20,00 (inteira)

R$ 10,00 (meia) 

 

Com simples apresentação de documentos comprobatórios, moradores da cidade, pessoas nascidas no município do Rio de Janeiro, idosos, professores, pessoas com necessidades especiais, beneficiários do Programa Bolsa-Cultura, Bônus-Cultura, servidores públicos municipais , estudantes e menores de 21 anos têm direito a meia-entrada.

 

Moradores da cidade devem apresentar a identidade e o comprovante de residência para ter direito à meia-entrada, desde que as contas (água, luz, telefone, etc.) pagas tenham no máximo três meses de emissão.

 

 

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NÓS DO MORRO COMEMORA 30 ANOS DE ATIVIDADES COM OCUPAÇÃO NO SESC COPACABANA

 

Selo 30 anos

 

Três décadas atrás, uma turma do Vidigal tinha o sonho conjunto de transformar a vida através da arte. Foi desse desejo comunitário que nasceu o bem-sucedido Grupo Nós do Morro, hoje referência de trabalho cultural e social na cidade. Dando continuidade às atividades que celebram essa trajetória, a companhia leva, ao Sesc Copacabana a partir de 30 de setembro, o Nós do Morro 30 anos de Arte, com dois espetáculos autorais – o inédito "Bataclã", dirigido por Fernando Mello da Costa, e "Abalou, um musical funk", com direção de Guti Fraga, ambos com dramaturgia de Luís Paulo Corrêa e Castro – e a performance poética musical "Batalha de Poesia", com organização de texto e direção de Guti Fraga.

 

O grupo também leva ao espaço da Zona Sul o Cine Nós do Morro, uma mostra de cinema com sessões voltadas para crianças e outras para adultos; a exposição Nós do Morro 30 anos, que conta a história do grupo através de fotos, maquetes de cenários e figurinos; e organiza ainda oficinas de teatro com Guti Fraga e de cinema para crianças com Luciana Bezerra e Luciano Vidigal.

 

 

O Grupo Nós do Morro celebra seus 30 anos com o patrocínio da Petrobras.

 

 

SERVIÇO

 

Ocupação: 30 de setembro a 29 de outubro de 2016.

Local: SESC Copacabana

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160 - Copacabana

Informações: (21) 2548-1088

 

 

BATACLÃ

 

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Fernando Mello da Costa

Temporada: 30 de setembro a 29 de outubro.

Sexta e Sábado às 20h30

Domingo às 19h

Domingo, dia 23 de outubro terão duas sessões, 16h e 19h

Sábado, dia 29 de outubro terão duas sessões, 18h e 20h30

 

 

A montagem relembra o clima do Vidigal no final dos anos 70, quando o morro recebeu diversos artistas e intelectuais que subiram suas ladeiras para morar num conjunto de prédios recém-construídos. Atores, cantores, artistas plásticos, produtores e realizadores de cinema, universitários e outras tribos da classe média – que atravessavam o período da desilusão da luta contra a ditadura militar –, se encontraram com sambistas, mulatas e demais moradores da comunidade, que ainda não tinha sido atingida pelo crescimento desordenado e pelos problemas sociais, que se agravariam nas décadas seguintes. Os dois grupos se encontravam em bares e biroscas localizados no alto do morro.

 

 

Um dos pontos de encontro, que ficou marcado na memória das novas gerações formadas a partir dessa mistura de culturas, era uma casa, localizada na parte alta da favela. No espaço, eram realizadas grandes festas, frequentadas por integrantes destas duas tribos, onde as informações e experiências eram trocadas e se experimentava uma vivência comunitária, com uma circulação intensa de jovens e adultos. Como uma república, a casa reunia moradores da favela e os artistas e intelectuais e recebeu o nome de Bataclã. Nesse lugar, romances se iniciaram e terminaram; jovens tiveram suas primeiras experiências sexuais e com um mundo que até então só conheciam no cinema e na televisão.

 

 

Personagens que entraram para a história do Vidigal e que foram a base para a formação intelectual de toda uma geração de moradores do morro passaram pelas portas do Bataclã.

 

 

 

ABALOU, UM MUSICAL FUNK

 

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Guti Fraga

Temporada: 05 a 27 de outubro.

Quartas e quintas às 20h30.

 

Maestro, estudante secundarista, fica impressionado com a efervescência do mundo do rap e do funk, em meados da década de 90, no Rio de Janeiro.  Pressionado pela necessidade de ascensão social dos jovens moradores de favela e bairros da periferia da cidade, resolve criar um novo estilo de rap, com bases sonoras inspiradas nas composições de Beethoven e letras inspiradas nas composições de Caetano Veloso. Certo de que sua ideia seria um sucesso imediato e o ajudaria a conquistar um lugar de destaque como MCs do bairro, Maestro leva sua ideia para o grande empresário Big Ben, que, de imediato, rejeita a novidade.

 

Maestro conta com alguns apoios inesperados. Três fantasmas, ex-moradores do Vidigal que, incomodados no céu com o barulho dos bailes funk, resolvem voltar à Terra para descobrir a origem daquela bagunça e vão parar no baile do Vidigal. Lá, aparece Tininha, líder de um grupo de meninas que frequentam o baile e têm nela a sua fonte inspiradora, mas não compreendem suas esquisitices. Tininha sonha em deixar a favela para morar em Copacabana e, secretamente, alimenta uma paixão não correspondida por Maestro.

 

O grupo de Tininha tem por antagonista a turma da Martinha, que são seguidoras fiéis dos MCs Pilantra e Lagartão, empresariados por Big Ben e antagonistas de Maestro. Os fantasmas Ricardo, um dono de equipes de soul dos anos 70; Eládio, frequentador assíduo das gafieiras na década de 60; e Waldemar, um dançarino e admirador dos bailes das grandes orquestras americanas das décadas de 40 e 50, começam, então, a manobrar para juntar Maestro e Tininha e, desta forma, influenciam a vida dos demais personagens do espetáculo.

 

A peça estreou em 1997, na Casa de Cultura Laura Alvim, e recebeu seis indicações ao Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem (melhor atriz, espetáculo, coreografia e categoria especial), das quais ganhou coreografia, cenário e categoria especial. Na montagem atual, o texto foi reescrito, considerando as circunstâncias político-sociais do Brasil, o crescimento e as novas formas de conflito e conciliação no espaço da favela.

 

 

 

BATALHA DE POESIA

 

Direção e Organização de Texto: Guti Fraga

Temporada: 11 a 25 de outubro.

Terças às 18h30.

 

 

Espetáculo performático, aberto à participação do público, em que o elenco, composto por um grupo de jovens, se reúne para conversar sobre a vida e as perspectivas de futuro, desenvolvendo uma “batalha” de ideias em forma de rap com muita música e poesia. O texto, organizado por Guti Fraga, é uma colagem de poesias de escritores brasileiros e conta, também, com intervenções musicais executadas ao vivo pelo elenco.

 

 

EXPOSIÇÃO NÓS DO MORRO 30 ANOS

 

De 4 a 29 de outubro.

 

Nesta exposição, aberta à visitação de terça a domingo, será compartilhada com o público a história dos 30 anos de existência do Grupo Nós do Morro, exposta através de livros, fotos, matérias de jornal, vídeos, música, maquetes de cenários e projetos de espetáculos. O público terá acesso ao processo de formação e consolidação do Grupo; detalhes e as curiosidades dessa história.

 

 

MOSTRA DE CURTA-METRAGEM CINE NÓS DO MORRO

 

Cine Nós do Morro para Crianças

Domingo, dia 12 de outubro

1ª sessão: 10h

2ª sessão: 15h

 

Cinco curtas-metragens, feitos para o público infantil, serão exibidos: Picolé, Pintinho e Pipa; Lá do Alto, Os Donos da Mata; A tangerina do Vidigal, A distração de Ivan. Após a exibição, será realizada a Oficina de Experimentação Cinematográfica, com brincadeiras e atividades lúdicas ligadas ao universo do cinema.

 

Cine Nós do Morro para Adultos

Quarta, dia 26 de outubro às 19h.

 

Exibição dos curtas e médias-metragens premiados do grupo: “Mina de fé”, “Picolé, pintinho e pipa”, “A distração de Ivan”, “Amanhã já é outono” e “Caixa preta”.

 

 

OFICINAS NÓS DO MORRO

 

Teatro para adolescentes

Dias 25,26 e 27 de outubro (terça, quarta e quinta)

Das 15h as 18h.

 

O objetivo é realizar uma oficina de teatro para adolescentes, com ou sem experiência, como forma de dividir e multiplicar a metodologia do aprendizado teatral desenvolvida pelo Grupo. A oficina será ministrada pelo diretor Guti Fraga e será oferecida para um grupo de 20 pessoas.

Inscrições pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. | Título do email: Oficina de Teatro

 

Oficina de experimentação cinematográfica para crianças

Domingo, dia 12 de outubro.

1ª turma: 11h

2ª turma: 16h

 

As oficinas serão ministradas pelos cineastas Luciana Bezerra e Luciano Vidigal, destinadas a todas as crianças presentes nas sessões de cinema e com o objetivo de aproximar as crianças da magia do cinema. Eles aprenderão a dinâmica das câmeras confeccionando as próprias caixas pretas e compartilhando desenhos que serão apresentados quadro a quadro, de acordo com narrativas desenvolvidas coletivamente. Cada oficina terá duração de sessenta minutos.

Inscrições pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. | Título do email: Oficina de cinema

 

 

 

 

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MOSTRA DE TEATRO NÓS DO MORRO 30 ANOS

 

 

SITE

 

 

 

Grupo Nós do Morro e Petrobras apresentam “Mostra de Teatro Nós do Morro 30 anos”.

 

Em 1986, nascia o Nós do Morro, fruto do sonho de dar acesso ao mundo da arte e da cultura para um grupo de jovens moradores do Vidigal. Hoje, 30 anos depois, o grupo comemora estas três décadas de vida levada na arte.

 

 

Diante da nossa história, com os corações repletos de alegria, vemos que tudo valeu a pena. Agradecemos aos amigos e parceiros que nos ajudaram nessa caminhada, sobretudo, a comunidade do Vidigal. Sonhamos juntos e vencemos.

 

 

Que venham os próximos 30! Nós apenas começamos...

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

(toda a programação é gratuita)

 

ESPETÁCULOS:

 

É PROIBIDO BRINCAR

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Cico Caseira

Data: 03, 04, 10 e 11 de setembro às 20h00 (sábado e domingo)

Local: Teatro do Vidigal

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Sinopse: O Natal é proibido pelo governador, que anteriormente já havia feito o mesmo com as brincadeiras. Contudo, um grupo de rebeldes ainda brinca e atrai para a Terra, com sua alegria, extraterrestres que viajam pelo universo à procura do segredo da felicidade e os ajudam a derrotar o governador. Encenado pela primeira vez em 1998.

 

BATACLÃ

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Fernando Mello da Costa

Data: 06, 07 e 08 de setembro às 20h00 (terça a quinta)

Local: Casarão do Nós do Morro

Duração: 95 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: BATACLÃ No Final dos anos 70, no Morro do Vidigal, a consolidação do encontro de moradores locais com um grupo de recém-chegados, oriundos da geração do “desbunde” e da Contracultura, criou a liga para uma troca de experiências artísticas que alicerçou o presente da favela da Zona Sul do Rio de Janeiro, transformada, na atualidade, em um centro de produção cultural, onde se desenvolvem várias vertentes das artes (teatro, música, dança, entre outras). O BATACLÃ, casa localizada no alto do morro foi, por muitos anos, uma espécie de “república” libertária onde festas e reuniões juntavam todas as tribos e criavam laços e ideias que proliferaram e ajudaram a consolidar a vocação boêmia e artística do Vidigal. Texto inédito.

 

NOITES DO VIDIGAL

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Fátima Domingues

Data: 16, 17, 18, 23, 24 e 25 de setembro

Sexta às 20h30 (Única sessão)

Sábado e Domingo às 19h30 e 21h30 (Duas Sessões)

Local: Teatro do Vidigal

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Durante a semana que antecede o carnaval no Rio de Janeiro, uma escola do grupo B, Acadêmicos do Vidigal, localizada em uma favela da Zona sul carioca se prepara para o tão sonhado desfile na Sapucaí. O triângulo amoroso entre Candonga, compositor da escola, e Tião e Aparecida, casal de mestre-sala e porta-bandeira, acaba em tragédia; Tião é morto, antecipando a quarta-feira de cinzas nesta comunidade. Encenado pela primeira vez em 2002.

 

ABALOU, UM MUSICAL FUNK

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Guti Fraga

Data: 28 e 29 de setembro às 20h00 (quarta e quinta)

Local: Casarão do Nós do Morro

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Sinopse: Maestro é um MC diferente que sonha fazer um rap cerebral. Com auxílio de Tininha – sua amiga e por quem é apaixonado–, Maestro fará sucesso após se apresentar no baile funk. A peça foi encenada pela primeira vez em 1996, esteve em cartaz durante dois anos no Teatro do Vidigal. Indicada aos prêmios Shell e Coca-Cola de Teatro.

 

 

CINEMA:

 

SESSÃO CINE NÓS DO MORRO ESPECIAL- REIMAGINE RIO

 

 

Reimagine Rio reúne cinco documentários sobre pessoas e projetos que foram capazes de reimaginar sua própria história e gerar mudanças em suas comunidades.

 

Direção: Kátia Lund e Lili Fialho

Patrocínio: Rise Up Care

Realização: Cinema Nosso e Jabuti Filmes

Data: 12, 19 e 26 de setembro às 17h00 (segunda)

Local: Casarão do Nós do Morro

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

 

12 de setembro

CINEMA NOSSO: “Nosso Cinema Nosso”

CRESCER E VIVER: “No Risco do Circo, no Risco da Vida”

 

19 de setembro

Jongo da Serrinha: “Assó, Adorei o Jongo!”

Miratus: “Não Deixe a Peteca Cair”

 

26 de setembro

CAMPINHO SHOW: “Loucos Dizem Que Somos”

 

SHOW DE VARIEDADES:

 

CAMPINHO SHOW

Apresentação: Guti Fraga

Direção Artística: Fátima Domingues

Data: 14 de setembro às 19h30 (quarta)

Local: Vila Olímpica do Vidigal

Duração: 150 minutos

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

 

Endereços:

 

Teatro do Vidigal: Rua Doutor Olinto de Magalhães, 16- Vidigal

 

Casarão do Nós do Morro: Rua Doutor Olinto de Magalhães, 54- Vidigal

 

Vila Olímpica do Vidigal: Avenida Presidente João Goulart, s/nº- Vidigal

 

 

A MOSTRA É RESULTADO DO PROJETO "NÓS DO MORRO ANO 30" PATROCINADO PELA PETROBRAS EM 2016.

 

 

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CINE NÓS DO MORRO- FÉRIAS OLÍMPICAS: 15, 22 e 29 de Agosto.

Foto Cine Férias Olímpicas

 

Foto: Studio Vidigal

 

 

Grupo Nós do Morro e Petrobras apresentam o “Cine Nós do Morro- Férias Olímpicas”, uma atividade gratuita, aberta ao público, oferecendo um bom filme acompanhado por pipoca, suco e muita diversão!


O “Cine Nós do Morro- Férias Olímpicas” foi idealizado com o desejo de receber as crianças nas férias olímpicas.

 

Diversão garantida para todas as idades!

 

 

PROGRAMAÇÃO:

 

 

Segunda, dia 15 de agosto às 15h30:

“ONDE VIVEM OS MONSTROS”, de Spike Jonze.

  

Segunda, dia 22 de agosto às 15h30:

“GINGA: A ALMA DO FUTEBOL BRASILEIRO”, de Marcelo Machado, Hank Levine e Tocha Alves.

Uma atividade promovida pelo Grupo Nós do Morro em parceria com Cinema for Peace Foundation.

 

Segunda, dia 29 de agosto às 19h30:

“PRIMEIRO ATO”, Trabalho de conclusão do curso avançado de realização cinematográfica da Escola de Cinema Darcy Ribeiro.

 

 

SERVIÇO DO CINE NÓS DO MORRO:

 

 

Local: Casarão do Grupo Nós do Morro (Rua Dr. Olinto de Magalhães, 54, Vidigal)

 

Entrada gratuita: Distribuição  de senhas 30 minutos antes da sessão

 

Lotação da sala: 50 pessoas

 

 

 

Links para páginas oficiais:

 

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CAMPINHO SHOW ESPECIAL: "LOUCOS DIZEM QUE SOMOS" TRANSFERIDO PARA O DIA 14 DE AGOSTO ÀS 18h30

 

 

Campinho Show 10ago

 

 

Por conta da forte chuva, o evento foi transferido para domingo, dia 14, às 18h30.

 

A previsão para domingo é de tempo firme, teremos uma linda sessão!

 

Com objetivo de gerar mais visibilidade para projetos que deram super certo e que transformaram a vida de muitas pessoas, a Rise Up & Care criou o Festival Reimagine Rio, que em sua primeira edição reúne cinco documentários, todos dirigidos pelas cineastas Kátia Lund e Lili Fialho.

 

Os cinco longas foram produzidos pela Jabuti Filmes e o Cinema Nosso.

 

Os documentários que compõem o Festival Reimagine Rio terão exibições especiais nas comunidades onde foram filmados.

 

Domingo, dia 14, é a vez do Vidigal: “Campinho Show Especial” com a exibição do filme “LOUCOS DIZEM QUE SOMOS” às 18h30 na Vila Olímpica do Vidigal.

 

Além disso, os filmes serão exibidos nas telonas dos cinemas a preços populares e terão apresentações gratuitas em diversos pontos da cidade! Esse trabalho é resultado da parceria com pontos de cultura, coletivos e iniciativas sociais. Acesse o link e conheça o ponto de exibição mais próximo de você!

 

https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1jhuinohERMdIGzuMFwddE6IePfs

 

 

 

Sinopse


Guti Fraga se dedica ao Vidigal e cria ali uma nova realidade através da arte. Toda quarta-feira atrai a juventude com seu Campinho Show, espetáculo multimídia e inovador no melhor estilo show de calouros. A primeira geração formada por ele volta para homenageá-lo justamente no momento em que ele começa tudo de novo.  

 

 

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OS DOIS OU O INGLÊS MAQUINISTA

Os Dois ou o Inglês MaquinistaSITE 

Foto: Acervo Nós do Morro

 

 

Tráfico, corrupção, cambalacho, cabide de empregos. Em 1988, quando a noite cai sobre o Morro do Vidigal, os moradores esquecem a conturbada realidade em que vivem e voltam duzentos anos na História. Mas já nos primeiros minutos de espetáculo, uma revelação: um Brasil moderno vigora sobre as reminiscências de um passado reincidente. O mesmo que, em 1840, angustiou o teatrólogo Martins Pena.

 

Na comédia “Os Dois ou O Inglês Maquinista”, o dramaturgo traça um retrato sutil da sociedade burguesa carioca do século XIX, bastante similar ao registro contemporâneo. Uma abordagem do contrabando dos negros africanos e da luta entre dois grupos antagônicos: o dos traficantes e interessados na manutenção do tráfico e o dos ingleses, que vislumbravam no fim da escravidão uma oportunidade para aumentar o lucro de seus negócios comerciais no Brasil.

 

 

Aqueles que prestigiam a terceira montagem da companhia têm a oportunidade de mergulhar na cabeça da realidade do morro. Sob direção geral de Guti Fraga, o espetáculo convida o público a deixar do lado de fora do teatro os preconceitos que marginalizam o trabalho do próprio Grupo. Presságio de um estigma em declínio. Um adeus ao “teatrinho do morro” e o advento da montagem profissional.

 

 

Com o espetáculo “Os Dois ou O Inglês Maquinista”, o Nós do Morro faz sua primeira bilheteria: simbólicos CZ$ 50,00 (cinquenta cruzados) por pessoa. Resultado: Centro Comunitário Padre Leeb lotado!

 

Semana que vem contaremos mais uma parte da história do Nós do Morro que completa 30 anos esse ano. 

 

 

                          cartaz Os Dois ou o Inglês Maquinista

                         

                                    Cartaz de Divulgação do espetáculo "Os Dois ou o Inglês Maquinista"

 

 

 

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CAMPINHO SHOW DE OUTONO ADIADO PARA 04 DE MAIO

26498892021 4e8eecf3eb z Foto: Ramon Francisco

 

 

A edição do Campinho Show de Outono foi transferida para o dia 04 de maio de 2016.

 

O Grupo Nós do Morro apresenta "Campinho Show", uma atividade gratuita de estímulo à formação de plateia. Com direção de Fátima Domingues e apresentação de Guti Fraga, a equipe Nós do Morro, a cada 15 dias, prepara um show todo especial para o público que sobe o Vidigal, sempre às quartas-feiras.

 

O “Campinho Show” estreou em 2009 e desde então oferece gratuitamente uma programação artística para toda a família. O evento dá oportunidade para novos artistas e profissionais que podem se inscrever para apresentar seus números artísticos.

 


Parceiro: Rise Up Care!

 

SERVIÇO: 

DATA: 04 de maio, quarta-feira

HORA: 19h

LOCAL : Palco do Campinho Show - Vila Olímpica do Vidigal, s/ nº

 

 

Contatos para participação no “Campinho Show”:

 


Produtora - Taiana Bastos 21-997064696 


Assistente de Direção: Jeckie Brown 21- 97666-0460

 

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.">

 

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#NósdoMorroano30

#20anosdeCineNósdoMorro

 

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MEMÓRIAS NÓS DO MORRO

 

 Foto Parte III

Foto: Livro Nós do Morro 20 anos

Da esquerda para a direita: Alexandra, Romildo, Barton, Deco e Tininho.

 

 

Encontros

A primeira montagem

 

Encontros, argumentos e textos de Luiz Paulo Corrêa e Castro e Tino Costa, foi levado à cena em 1987, no Teatro do Centro Comunitário do Padre Leeb. Trata-se da primeira peça montada pelo núcleo fundador do Nós do Morro, que contava com cerca de 14 atores, direção de Guti Fraga, iluminação de Fred Pinheiro, direção de movimento de Márcia Barros. A peça falava da vida de adolescentes locais, mostrando os principais pontos de encontro e reunião dos jovens adolescentes do Vidigal na década de 80 e os problemas enfrentados por eles no cotidiano da favela. Mas antes de tudo, “Encontros” era uma celebração à vida e a alegria de viver, com personagens que falavam da “merenda” de mingau de sagu da Escola Almirante Tamandaré, sonhando com um suculento bife com batatas fritas; da relação dos meninos e meninas na Prainha do Vidigal com os gringos que vinham se hospedar no Hotel Sheraton; das Kombis lotadas na Estrada do Tambá; e do encontro destes adolescentes com o amor e os conflitos de família.

 

Pontos focais do morro, como a Escola Municipal Almirante Tamandaré, o então existente  Mirante da Pedrinha, a Praia do Vidigal, o Clube Águia – onde aconteciam os bailes da época e a antiga Estrada do Tambá (atual Avenida Presidente João Goulart) eram retratados em cena por meio de telões pintados por Xandinho e neles aconteciam os episódios da peça, mostrando meninos e meninas na busca de respostas para os seus problemas existenciais e suas relações amorosas. O texto também privilegiava a discussão sobre os caminhos tomados por uma geração adolescente, que buscava uma maneira de expressar as suas indagações sobre a vida por meio da arte, mas não tinha como fazê-lo numa comunidade carente e que não oferecia quaisquer equipamentos de produção de bens culturais onde eles pudessem expressar o seu talento.

 

Desde a sua estreia, “Encontros” trouxe ao Teatro do Centro Comunitário do Padre Leeb pessoas de todo o Vidigal, com casa cheia em todas as sessões. Em todas elas, Guti fazia um pequeno discurso para o público local, apresentando o espaço e pedindo que as pessoas não levantassem para ir ao banheiro durante o espetáculo e, para aqueles que já tinham assistido antes, que não contassem o final das cenas para as pessoas do lado. Esta preleção fazia parte do projeto de formação de plateia, que integrava o projeto de formação de atores do Nós do Morro.

 

Como a peça mostrava o Vidigal e personagens que representavam moradores do bairro, em locais bastante conhecidos, como o baile do Águia, a Escola Almirante Tamandaré e a Praia do Vidigal, as pessoas que assistiam a peça saíam entusiasmadas por se reconhecerem naquilo que estava sendo retratado em cena. Todos os sábados e domingos, nas tardes antes do espetáculo, os atores do grupo saíam pelas ruas do Vidigal, com instrumentos e figurinos para “convocar” os moradores para ir ao teatro.

 

Continue acompanhando a história do Grupo Nós do Morro, sexta que vem tem mais!

 

 

 Foto 2 ParteIII

Fotos: Acervo Nós do Morro

 

 

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CINE NÓS DO MORRO: CICLO CINEMA BRASIL

 

 

Cartaz APROVADO 25abril

 

 

Segunda, dia 25 de abril às 19h30, temos Cine Nós do Morro – Ciclo Cinema Brasil, com a exibição dos filmes: Aqui tem Coco- Um dia em Caiana dos Crioulos, de Socorro Lira e Duas Vezes Mulher, de Eunice Gutman.

 

Grupo Nós do Morro e Petrobras apresentam o Cine Nós do Morro, uma atividade gratuita, aberta ao público, que oferece sempre um bom filme e debate após as sessões, visando a educação, o entretenimento e a difusão da cultura cinematográfica.

 

 O “Ciclo Cinema Brasil” apresenta um panorama do cinema plural produzido nos estados brasileiros.

 

SOBRE OS FILMES QUE SERÃO EXIBIDOS NO DIA 25 DE ABRIL:

 

Aqui tem Coco- Um dia em Caiana dos Crioulos, de Socorro Lira

Documentário, 2014, 19 minutos.

 

Classificação Indicativa: Livre

 

Sinopse:

 

Caiana dos Crioulos é uma comunidade remanescente de quilombo que fica numa serra do município de Alagoa Grande, Paraíba. Brasil. Reconhecida pelo Ministério da Cultura, aguarda a devolução das suas terras como de direito.

 

Além de se trabalhar, rezar, estudar, amar e brigar (de vez em quando), também se brinca e se diverte com o Coco-de-roda e a Ciranda, manifestação que alia canto, dança e alegria.  O documentário AQUI TEM COCO – UM DIA EM CAIANA DOS CRIOULOS, produzido e dirigido por Socorro Lira, é um convite para se conhecer a esta comunidade que tem pra mais de 300 anos de existência. Com 19 minutos de duração, o vídeo mostra como é a vida das cirandeiras e coquistas de Caiana, do amanhecer ao pôr do sol, adentrando à noite com uma animada roda de coco.

 

Um momento precioso é quando entram cenas do ‘coco ou toré’ registradas em Baía da Traição, Paraíba, em maio de 1938, pela Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade. 

 

Realizado de forma independente, teve início em 2007 e foi finalizado somente em 2014.

 

 

E, já que a porta se abriu, aqui está um pouco da vida e das pessoas que habitam o mágico e, ao mesmo tempo, real universo desta comunidade quilombola que resiste, há séculos, para manter vivas suas tradições.

 

 

Ficha Técnica:


Roteiro e direção: Socorro Lira

Produção executiva: Liraprocult

Edição e montagem: Socorro Lira e Jones Gama

Finalização: Jones Gama

Câmera dia e depoimentos: Romério Zeferino

Câmera noite e roda: Estúdio no Ar (Campina Grande)

Masterização áudio: André Ferraz 

 

Duas Vezes Mulher, de Eunice Gutman

Documentário, 1985, 37 minutos

 

Classificação Indicativa: Livre

 

Sinopse:

 

“Duas vezes mulher”, filme de Eunice Gutman, com fotografia em P&B de Edgar Moura e Walter Carvalho, mostra, através de entrevistas, a trajetória de duas mulheres migrantes, vindas do campo e que constroem suas vidas no Rio de Janeiro, morando na favela do Vidigal.

 

 

Ficha Técnica:

 

Companhia Produtora: Distribuição Cinematográfica Cine Qua Non Ltda

Produção: Lourdes Alves, Eunice Gutman, Danda Prado

Assistência de produção: Braulio Duarte

Argumento: Eunice Gutman, Danda Prado

Roteiro: Eunice Gutman, Danda Prado

Pesquisa: Eunice Gutman, Danda Prado

Direção: Eunice Gutman

Direção de fotografia: Edgard Moura, Walter Carvalho

Câmera: Edgard Moura, Walter Carvalho

Assistência de câmera: Jacques Cheuiche, Breno da Silveira

Direção de som: Zezé D'Alice, Cristiano Maciel

Som direto: Zezé D'Alice, Cristiano Maciel

Trilha sonora: Marilu MacNamee

Montagem: Eunice Gutman

Música: Marilu MacNamee

 

 

SERVIÇO DO CINECLUBE:

 

Toda última segunda-feira do mês.

Horário: 19h30

 

Local: Casarão do Grupo Nós do Morro (Rua Dr. Olinto de Magalhães, 54, Vidigal)

 

Entrada gratuita: Distribuição de senhas 30 minutos antes da sessão.

 

Lotação da sala: 50 pessoas

 

#NósdoMorroAno30#20anosdeCineNósdoMorro#NósdoMorrosustentável

 

https://www.youtube.com/user/cinenosdomorro

 

https://www.facebook.com/grupo.nosdomorro/?fref=ts

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MEMÓRIAS NÓS DO MORRO

 Cartaz 1

 

Foto: Primeiros cartazes

 

O INÍCIO  

 

Parte II

 

 

Nos primeiros espetáculos, inspirados no cotidiano dos moradores e encenados pelos próprios, Guti Fraga cuida da direção; Fred Pinheiro da iluminação, e Luiz Paulo e Tino Costa, da dramaturgia.

 

Idos de 1986. Mesmo sendo o padre um ente venerado entre os habitantes do Vidigal, a capela de seu Centro Comunitário nunca ficara, até “Encontros”, tão cheia de gente. A avidez com que os moradores curtem o sucesso escrito por Luiz Paulo e Tino Costa traz nova realidade àquela arquitetura.

 

Desenham-se, nesse momento, as primeiras investidas na construção de um espaço dramático. O palco adaptado, a partir de então, funciona como cenário das sucessivas performances do Grupo. A companhia recebe considerável apoio da vizinhança. Nos seis meses de duração da temporada, “Encontros” mantém a casa cheia. O público identifica-se com a mise-em-scène criada e, não raro, um ou outro se manifesta em pleno espetáculo. Falta de hábito, pode-se dizer. Ou puro encantamento.

 

Naquele momento, uma média de 95% dos espectadores do Vidigal vai ao teatro pela primeira vez. Não à toa, um simples personagem com figurino desengonçado e um imenso nariz de plástico provoca gargalhadas contagiantes. Cada gesticulação ou fala é ovacionada sem que se aguarde o término da cena. A espontaneidade manifesta-se também nos atores, que, novatos, não conseguem segurar o próprio riso. Imersos na seriedade dos temas propostos, não descartam as gírias e as referências locais. Quando se entusiasmam com o eco da plateia, aumentam o tom de voz.

 

Um pouco de “Encontros"

 

Nada de lata d’água na cabeça ou tráfico de drogas. De miséria, violência e sangue, a vida real pede arrego. “Encontros” surge da necessidade de se criar um mundo que apresenta enormes desigualdades. Vinte jovens, com idades entre 11 e 20 anos, ingressam num programa de trabalho no qual, além das aulas de interpretação, participam do processo de criação e de montagem do espetáculo. Partindo de improvisações de cenas, Guti, Luiz Paulo e Tino Costa desenham um roteiro, cuja rotina dos moradores do Vidigal, sobretudo a dos adolescentes, funciona como insumo do argumento da montagem.

 

“Encontros” leva o Vidigal a brincar com os próprios costumes. As dependências do Centro Comunitário tornam-se metonímia das vivências e dos recantos mais explorados no morro: os bailes funk do clube Águia, a “azaração” na saída da escola, os primeiros beijos e a descoberta do sexo no Sempre Tem (nomoródromo local), a relação com os gringos na praia do Vidigal. Entre cacos e gargalhadas nada comedidas, temas mais sérios como a repressão sexual e a fome são discutidos.

 

Assistida por cerca de oito mil espectadores, a peça sinaliza uma aposta real num caminho artístico, no qual a comunidade é protagonista no enredo, na montagem e na criação da obra.

 

 

Na próxima sexta, falaremos um pouco mais como foi a montagem da peça “Encontros”.

 

 

#NósdoMorro   #NósdoMorroano30

 

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