NÓS DO MORRO COMEMORA 30 ANOS DE ATIVIDADES COM OCUPAÇÃO NO TEATRO SERRADOR

Ocupação Serrador

 

 

É com muita alegria que convidamos a todos a celebrarem, conosco, os 30 anos do Grupo Nós do Morro. Com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e da AGUAS – responsável pelas residências artísticas do Teatro Municipal Serrador, faremos uma ocupação no referido teatro, que contará com dois espetáculos, duas edições do Serve-se – um sarau artístico com muita música e poesia –, um debate sobre arte e cultura, além de oficinas de teatro e dança.

 

O Grupo Nós do Morro celebra seus 30 anos com o patrocínio da Petrobras.

 

PROGRAMAÇÃO

 

Bataclã

02 a 16 de novembro

Terça e quarta, às 19h30

 

Abalou, um Musical Funk

11 a 20 de novembro

Sexta, sábado e domingo, às 19h30

 

Serve-se

03 e 10 de novembro

Quinta, às 19h30

 

Debate: Teatro e Movimento para o Futuro

17 de novembro

Quinta, às 19h30

 

Oficina de Teatro com Guti Fraga

12 de Novembro

Sábado, das 15h às 18h

 

Oficina de dança Afro com Eliete Miranda

19 de novembro

Sábado, das 15h às 18h

 

INGRESSOS:

R$ 20,00 (inteira)

R$ 10,00 (meia) 

 

Com simples apresentação de documentos comprobatórios, moradores da cidade, pessoas nascidas no município do Rio de Janeiro, idosos, professores, pessoas com necessidades especiais, beneficiários do Programa Bolsa-Cultura, Bônus-Cultura, servidores públicos municipais , estudantes e menores de 21 anos têm direito a meia-entrada.

 

Moradores da cidade devem apresentar a identidade e o comprovante de residência para ter direito à meia-entrada, desde que as contas (água, luz, telefone, etc.) pagas tenham no máximo três meses de emissão.

 

 

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MOSTRA DE TEATRO NÓS DO MORRO 30 ANOS

 

 

SITE

 

 

 

Grupo Nós do Morro e Petrobras apresentam “Mostra de Teatro Nós do Morro 30 anos”.

 

Em 1986, nascia o Nós do Morro, fruto do sonho de dar acesso ao mundo da arte e da cultura para um grupo de jovens moradores do Vidigal. Hoje, 30 anos depois, o grupo comemora estas três décadas de vida levada na arte.

 

 

Diante da nossa história, com os corações repletos de alegria, vemos que tudo valeu a pena. Agradecemos aos amigos e parceiros que nos ajudaram nessa caminhada, sobretudo, a comunidade do Vidigal. Sonhamos juntos e vencemos.

 

 

Que venham os próximos 30! Nós apenas começamos...

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

(toda a programação é gratuita)

 

ESPETÁCULOS:

 

É PROIBIDO BRINCAR

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Cico Caseira

Data: 03, 04, 10 e 11 de setembro às 20h00 (sábado e domingo)

Local: Teatro do Vidigal

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Sinopse: O Natal é proibido pelo governador, que anteriormente já havia feito o mesmo com as brincadeiras. Contudo, um grupo de rebeldes ainda brinca e atrai para a Terra, com sua alegria, extraterrestres que viajam pelo universo à procura do segredo da felicidade e os ajudam a derrotar o governador. Encenado pela primeira vez em 1998.

 

BATACLÃ

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Fernando Mello da Costa

Data: 06, 07 e 08 de setembro às 20h00 (terça a quinta)

Local: Casarão do Nós do Morro

Duração: 95 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: BATACLÃ No Final dos anos 70, no Morro do Vidigal, a consolidação do encontro de moradores locais com um grupo de recém-chegados, oriundos da geração do “desbunde” e da Contracultura, criou a liga para uma troca de experiências artísticas que alicerçou o presente da favela da Zona Sul do Rio de Janeiro, transformada, na atualidade, em um centro de produção cultural, onde se desenvolvem várias vertentes das artes (teatro, música, dança, entre outras). O BATACLÃ, casa localizada no alto do morro foi, por muitos anos, uma espécie de “república” libertária onde festas e reuniões juntavam todas as tribos e criavam laços e ideias que proliferaram e ajudaram a consolidar a vocação boêmia e artística do Vidigal. Texto inédito.

 

NOITES DO VIDIGAL

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Fátima Domingues

Data: 16, 17, 18, 23, 24 e 25 de setembro

Sexta às 20h30 (Única sessão)

Sábado e Domingo às 19h30 e 21h30 (Duas Sessões)

Local: Teatro do Vidigal

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Durante a semana que antecede o carnaval no Rio de Janeiro, uma escola do grupo B, Acadêmicos do Vidigal, localizada em uma favela da Zona sul carioca se prepara para o tão sonhado desfile na Sapucaí. O triângulo amoroso entre Candonga, compositor da escola, e Tião e Aparecida, casal de mestre-sala e porta-bandeira, acaba em tragédia; Tião é morto, antecipando a quarta-feira de cinzas nesta comunidade. Encenado pela primeira vez em 2002.

 

ABALOU, UM MUSICAL FUNK

Texto: Luis Paulo Corrêa e Castro

Direção: Guti Fraga

Data: 28 e 29 de setembro às 20h00 (quarta e quinta)

Local: Casarão do Nós do Morro

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Sinopse: Maestro é um MC diferente que sonha fazer um rap cerebral. Com auxílio de Tininha – sua amiga e por quem é apaixonado–, Maestro fará sucesso após se apresentar no baile funk. A peça foi encenada pela primeira vez em 1996, esteve em cartaz durante dois anos no Teatro do Vidigal. Indicada aos prêmios Shell e Coca-Cola de Teatro.

 

 

CINEMA:

 

SESSÃO CINE NÓS DO MORRO ESPECIAL- REIMAGINE RIO

 

 

Reimagine Rio reúne cinco documentários sobre pessoas e projetos que foram capazes de reimaginar sua própria história e gerar mudanças em suas comunidades.

 

Direção: Kátia Lund e Lili Fialho

Patrocínio: Rise Up Care

Realização: Cinema Nosso e Jabuti Filmes

Data: 12, 19 e 26 de setembro às 17h00 (segunda)

Local: Casarão do Nós do Morro

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

 

12 de setembro

CINEMA NOSSO: “Nosso Cinema Nosso”

CRESCER E VIVER: “No Risco do Circo, no Risco da Vida”

 

19 de setembro

Jongo da Serrinha: “Assó, Adorei o Jongo!”

Miratus: “Não Deixe a Peteca Cair”

 

26 de setembro

CAMPINHO SHOW: “Loucos Dizem Que Somos”

 

SHOW DE VARIEDADES:

 

CAMPINHO SHOW

Apresentação: Guti Fraga

Direção Artística: Fátima Domingues

Data: 14 de setembro às 19h30 (quarta)

Local: Vila Olímpica do Vidigal

Duração: 150 minutos

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

 

Endereços:

 

Teatro do Vidigal: Rua Doutor Olinto de Magalhães, 16- Vidigal

 

Casarão do Nós do Morro: Rua Doutor Olinto de Magalhães, 54- Vidigal

 

Vila Olímpica do Vidigal: Avenida Presidente João Goulart, s/nº- Vidigal

 

 

A MOSTRA É RESULTADO DO PROJETO "NÓS DO MORRO ANO 30" PATROCINADO PELA PETROBRAS EM 2016.

 

 

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"Maratona Cultural Nós do Morro 30 anos": O nosso muito obrigado!

Logo Maratona para Site

 

 

 

O Grupo Nós do Morro completa 30 anos de atividades artísticas e culturais ininterruptas em 2016 e para comemorar uma data tão importante promoveu a “Maratona Cultural Nós do Morro 30 anos”.

 

O evento aconteceu no dia 2 de julho e só foi possível porque existem pessoas que acreditam na importância do investimento em cultura por um mundo melhor.

 

O nosso muito obrigado a todos aqueles que acreditam no trabalho realizado pelo Nós do Morro há 30 anos!

 

 

 

A Noite Power Sound

Agtal  

Associação de Moradores da Vila do Vidigal

Associação Esportiva e Cultural Horizonte

Baixo Vidigal 

Banheiro VIP

Bodinho

Bunker 

Café 3 Corações  

Da laje 

Depósito Bebida em lata

Dó Vídeo Fotografia

Dolce Ofício

Dominos Pizza

Dona Natureza

Equipe M

Esquina da Pizza

Etc Locações

Fábrica de Pão

Flora Santa Clara

Garden Center Norte

Gelo Gerônimo  

Instituto Mazan 

Kovac

MB Grill 

Mirante do Arvrão  

Padaria Cariocando

Paiva Fotografia

Parceiros do Vidiga

Praianinha

Rádio Estilo Livre

Restaurante Barlacubaco  

Restaurante Cardápio

Rise Up Care 

Sprint

Studio Vidigal

Supermercado Super Rede

Total Arte

UPP Vidigal

Vila Olímpica do Vidigal

Winfinet

 

 

#NósdoMorroAno30#20anosdeCineNósdoMorro#NósdoMorroSustentável

 

 

 

Links para nossas páginas oficiais:

 

 

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Links de nossos parceiros:

 

 

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OS DOIS OU O INGLÊS MAQUINISTA

Os Dois ou o Inglês MaquinistaSITE 

Foto: Acervo Nós do Morro

 

 

Tráfico, corrupção, cambalacho, cabide de empregos. Em 1988, quando a noite cai sobre o Morro do Vidigal, os moradores esquecem a conturbada realidade em que vivem e voltam duzentos anos na História. Mas já nos primeiros minutos de espetáculo, uma revelação: um Brasil moderno vigora sobre as reminiscências de um passado reincidente. O mesmo que, em 1840, angustiou o teatrólogo Martins Pena.

 

Na comédia “Os Dois ou O Inglês Maquinista”, o dramaturgo traça um retrato sutil da sociedade burguesa carioca do século XIX, bastante similar ao registro contemporâneo. Uma abordagem do contrabando dos negros africanos e da luta entre dois grupos antagônicos: o dos traficantes e interessados na manutenção do tráfico e o dos ingleses, que vislumbravam no fim da escravidão uma oportunidade para aumentar o lucro de seus negócios comerciais no Brasil.

 

 

Aqueles que prestigiam a terceira montagem da companhia têm a oportunidade de mergulhar na cabeça da realidade do morro. Sob direção geral de Guti Fraga, o espetáculo convida o público a deixar do lado de fora do teatro os preconceitos que marginalizam o trabalho do próprio Grupo. Presságio de um estigma em declínio. Um adeus ao “teatrinho do morro” e o advento da montagem profissional.

 

 

Com o espetáculo “Os Dois ou O Inglês Maquinista”, o Nós do Morro faz sua primeira bilheteria: simbólicos CZ$ 50,00 (cinquenta cruzados) por pessoa. Resultado: Centro Comunitário Padre Leeb lotado!

 

Semana que vem contaremos mais uma parte da história do Nós do Morro que completa 30 anos esse ano. 

 

 

                          cartaz Os Dois ou o Inglês Maquinista

                         

                                    Cartaz de Divulgação do espetáculo "Os Dois ou o Inglês Maquinista"

 

 

 

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MEMÓRIAS NÓS DO MORRO

 Cartaz 1

 

Foto: Primeiros cartazes

 

O INÍCIO  

 

Parte II

 

 

Nos primeiros espetáculos, inspirados no cotidiano dos moradores e encenados pelos próprios, Guti Fraga cuida da direção; Fred Pinheiro da iluminação, e Luiz Paulo e Tino Costa, da dramaturgia.

 

Idos de 1986. Mesmo sendo o padre um ente venerado entre os habitantes do Vidigal, a capela de seu Centro Comunitário nunca ficara, até “Encontros”, tão cheia de gente. A avidez com que os moradores curtem o sucesso escrito por Luiz Paulo e Tino Costa traz nova realidade àquela arquitetura.

 

Desenham-se, nesse momento, as primeiras investidas na construção de um espaço dramático. O palco adaptado, a partir de então, funciona como cenário das sucessivas performances do Grupo. A companhia recebe considerável apoio da vizinhança. Nos seis meses de duração da temporada, “Encontros” mantém a casa cheia. O público identifica-se com a mise-em-scène criada e, não raro, um ou outro se manifesta em pleno espetáculo. Falta de hábito, pode-se dizer. Ou puro encantamento.

 

Naquele momento, uma média de 95% dos espectadores do Vidigal vai ao teatro pela primeira vez. Não à toa, um simples personagem com figurino desengonçado e um imenso nariz de plástico provoca gargalhadas contagiantes. Cada gesticulação ou fala é ovacionada sem que se aguarde o término da cena. A espontaneidade manifesta-se também nos atores, que, novatos, não conseguem segurar o próprio riso. Imersos na seriedade dos temas propostos, não descartam as gírias e as referências locais. Quando se entusiasmam com o eco da plateia, aumentam o tom de voz.

 

Um pouco de “Encontros"

 

Nada de lata d’água na cabeça ou tráfico de drogas. De miséria, violência e sangue, a vida real pede arrego. “Encontros” surge da necessidade de se criar um mundo que apresenta enormes desigualdades. Vinte jovens, com idades entre 11 e 20 anos, ingressam num programa de trabalho no qual, além das aulas de interpretação, participam do processo de criação e de montagem do espetáculo. Partindo de improvisações de cenas, Guti, Luiz Paulo e Tino Costa desenham um roteiro, cuja rotina dos moradores do Vidigal, sobretudo a dos adolescentes, funciona como insumo do argumento da montagem.

 

“Encontros” leva o Vidigal a brincar com os próprios costumes. As dependências do Centro Comunitário tornam-se metonímia das vivências e dos recantos mais explorados no morro: os bailes funk do clube Águia, a “azaração” na saída da escola, os primeiros beijos e a descoberta do sexo no Sempre Tem (nomoródromo local), a relação com os gringos na praia do Vidigal. Entre cacos e gargalhadas nada comedidas, temas mais sérios como a repressão sexual e a fome são discutidos.

 

Assistida por cerca de oito mil espectadores, a peça sinaliza uma aposta real num caminho artístico, no qual a comunidade é protagonista no enredo, na montagem e na criação da obra.

 

 

Na próxima sexta, falaremos um pouco mais como foi a montagem da peça “Encontros”.

 

 

#NósdoMorro   #NósdoMorroano30

 

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MEMÓRIAS NÓS DO MORRO

Foto Parte I 1

 

Foto: Livro Nós do Morro 20 anos.

 

O INÍCIO

 

A semente de um dos grupos de teatro do Brasil cresce do encontro de artistas com a comunidade e das contradições vividas por ambos num território marcado por conflitos sociais e econômicos. Arraigado nas origens, mas sem deixar de olhar para o horizonte à frente. De longe vieram as bases de sua fundação: uma vontade irresistível de fazer arte e soltar a imaginação. Desejo lúdico e, ao mesmo tempo, sério e embasado.

 

O ano é 1985, Guti perambula pelas vielas do Vidigal para convencer o pessoal a alternar os papos de futebol e de novela com algo que parecia ser coisa de gente rica: o teatro. Nas madrugadas encostadas no balcão de bar, ele arregimenta a equipe: Fernando Mello da Costa, cenografia; Luiz Paulo, dramaturgia e Fred Pinheiro, iluminação. Este último, colega da equipe de Marília Pêra, sobe o morro pela primeira vez.

 

O primeiro local de trabalho do Grupo é um tanto inusitado. O espaço na Rua Benedito Calixto pertence a um padre austríaco, o padre Leeb. Um espaço ao ar livre, onde Fred Pinheiro promete criar uma cenografia com refletores de lata.

 

Nas ruas do Vidigal, Guti inicia seus primeiros garimpos. Entre os primeiros talentos locais: Deco, Rita, Jô, Tino Costa e Popia Marques, folclorizados por suas violas. Em novembro de 1986, está formado o Projeto Teatro Comunidade. O nome Nós do Morro chega um pouco depois, graças à inspiração de Seu Celeste. É no seu bar, em animada reunião com os integrantes do Grupo, que acontece o batismo.

 

O Projeto Teatro Comunidade, aos poucos, vai diluindo o conceito de que somente os mais abastados têm acesso à cultura. Com a iniciativa do padre, é construído um teatro com capacidade para oitenta pessoas, equipado com um sistema de iluminação alternativo composto por refletores improvisados, dois camarins e toda a estrutura necessária para o funcionamento de uma casa de espetáculos.

 

O padre austríaco é, sem dúvida, personagem importante nessa história de fazer teatro em plena favela.

É no Centro Comunitário Padre Leeb que o primeiro espetáculo do Grupo Nós do Morro é encenado e apresentado à comunidade do Vidigal.

 

 

Quer saber mais? Acompanhe nossa história todas as sextas!

 

#NósdoMorro #NósdoMorroano30

 

 

 

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NÓS DO MORRO DÁ INÍCIO AO PROJETO 30 ANOS EM CENA COM AULA INAUGURAL DE VINÍCIUS REIS E ROSANE SVARTMAN

Cartaz diversos

 

 

O Nós do Morro orgulhosamente dá inicio às comemorações dos 30 anos de atividades do grupo, no ano de 2016, anunciando o projeto Nós do Morro Ano 30, sob o patrocínio da Petrobras, e que tem por objetivo a continuação dos trabalhos de pesquisa cênica da Cia Teatral Nós do Morro, visando à montagem do novo espetáculo autoral do grupo: O musical Bataclã, de autoria de Luiz Paulo Corrêa e Castro e direção de Fernando Mello da Costa. A peça é uma retomada da pesquisa do grupo sobre a história da sua comunidade-mãe, que vai mostrar o Morro do Vidigal na virada dos anos 1970 para 1980, quando a integração entre os moradores tradicionais e os artistas que subiram a favela para morar na comunidade acabou por germinar um caldo cultural que provocou uma verdadeira revolução artístitico-cultural no local, da qual o surgimento do Nós do Morro, em 1986, é um dos frutos mais importantes para o panorama cultural da cidade do Rio de Janeiro e que germinou as bases para o florescimento de todo um movimento artístico e cultural em outras comunidades e localidades carentes do Rio de Janeiro.

 

O projeto engloba a Mostra de Teatro Nós do Morro 2016, com apresentação de duas práticas de montagem que terão por base textos clássicos do repertório autoral do Nós do Morro e ficarão a cargo de duas turmas que, junto com Cia Nós do Morro, integram o corpo artístico do grupo e se acham inseridas no projeto cultural da Petrobras que, desde 2002, patrocina a pesquisa e a montagem dos espetáculos do grupo.

 

Para marcar o começo das nossas atividades, será realizada, no dia 10 de março, uma aula inaugural, com a participação dos cineastas Vinícius Reis e Rosane Svartman, responsáveis pela implementação do Núcleo Audiovisual do Nós do Morro, em 1996. Teremos a exibição do documentário Testemunho Nós do Morro, seguida de debate com os dois Cineastas e diretores do grupo, e mediação de Guti Fraga, que apresentarão um resumo da trajetória do Nós do Morro durante as três décadas de atividade deste projeto pioneiro que ao longo de toda a sua existência se pautou na abertura de acessos à arte e à cultura para a população da nossa cidade.  O Projeto Nós do Morro Ano 30, que será desenvolvido ao longo do ano de 2016, conta com patrocínio da Petrobras e além das oficinas de prática de montagem e peça nova, também contempla a exibição de 10 sessões do Cine Nós do Morro, com apresentação de filmes e debates a serem realizados no Espaço Cultural do Nós do Morro, sendo o evento gratuito e aberto ao público em geral.

 

O projeto que iniciamos neste dia 10 de março, faz parte do projeto Nós do Morro 30 anos em cena, que traz consigo muitos outros projetos e eventos comemorativos, que também serão desenvolvidos ao longo do ano.

 

As comemorações das três décadas de existência do Nós do Morro também englobam alguns outros projetos, que preveem a realização de eventos o funcionamento da Escola de Teatro do grupo. Entre os eventos previstos e que se encontram em fase de captação, o grupo almeja a montagem de duas peças do seu repertório autoral: Abalou – um musical funk, com direção de Guti Fraga, idealizador e fundador do Nós do Morro, e Burro sem rabo, com direção de Fernando Mello da Costa, as quais, juntamente com a montagem de Bataclã farão parte de uma mostra de repertório a ser apresentada em teatro do circuito profissional no final do segundo semestre de 2016. Além destes espetáculos,  grupo também está na busca de apoio e patrocínio para complementar a realização de um grande evento comemorativo a ser realizado no Vidigal, marcando a passagem dos seus 30 anos de atividade ininterrupta.Para a continuidade da Escola de Teatro do Nós do Morro, que prevê a inclusão, em 2016, de oito turmas de formação de atores (infantil, juvenil e adultos), o grupo se encontra em fase de negociação com a Prefeitura do Rio através da Secretaria  Municipal de Cultura, que garantiu a sua participação no tocante ao suporte financeiro para a manutenção dos cursos e oficinas abertos ao público carioca, interessados em participar do nosso projeto, com aulas de formação teatral gratuitas.

 

 Em 2016, ano tão importante para a cidade do Rio de Janeiro e para o Brasil, que serão a sede dos XXXI Jogos Olímpicos de verão, o Nós do Morro também se orgulha de contribuir para o desenvolvimento da cultura brasileira, comemorando os seus 30 anos de existência. Venha se juntar a esta festa, apoiando e patrocinando este projeto, que tem primado pela busca incessante de abertura de acesso à Arte e à Cultura, disseminando uma mensagem de valorização do trabalho coletivo e de que a vida levada na arte é muito mais bonita de ser vivida.

 

Links Relacionados:

https://www.facebook.com/grupo.nosdomorro/?fref=ts

https://www.facebook.com/Biblioteca-N%C3%B3s-do-Morro-1440756432863628/?fref=ts

https://www.facebook.com/Biblioteca-N%C3%B3s-do-Morro-1440756432863628/?fref=ts

https://www.youtube.com/user/cinenosdomorro

 

 

 

 

 

 

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GRUPO NÓS DO MORRO APRESENTA A TEMPESTADE NA IX MOSTRA ESTUDANTIL DE TEATRO DO CCBB

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A IX Mostra Estudantil de Teatro do CCBB tem programação variada e gratuita e o Grupo Nós do Morro tem a felicidade de estar presente desde a primeira ediçãod o evento que celebra as escoals de Teatro do Rio de Janeiro.

 

De 3 a 13 de dezembro, a IX Mostra Estudantil de Teatro traz ao palco do Teatro II do CCBB os espetáculos de formatura de nove escolas de formação de atores do Rio de Janeiro, que oferecerão um panorama sobre a formação de atores e atrizes das seguintes instituições: ETTAM – Escola Tânia de Moraes, O Tablado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UNI-RIO, Nova Escola de Teatro, Casa de Cultura Eduardo Cabús, Grupo Nós do Morro, CAL – Casa das Artes Laranjeiras, Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, Cia de Teatro Contemporâneo.

O objetivo é dar visibilidade aos formandos e contribuir para sua inserção no mercado de trabalho, além de fomentar a arte, estimulando a divulgação teatral nos palcos e a formação de plateia. 

As escolas que já ensaiaram e apresentaram seus espetáculos, com estilos, dramaturgia e concepções de acordo com seus currículos em suas respectivas sedes, terão a oportunidade de se apresentarem num grande centro cultural como o CCBB, revelando o dinamismo e o potencial de renovação da cena carioca e trazendo para os círculos profissionais a vitalidade e o entusiasmo característicos dessas escolas.

O espetáculo levado pelo Nós do Morro para a Mostra é um resultado do projeto Shakespeare no Morro,patrocinado pela Petrobras  este ano e apresnetado ao público na Mostra de Teatro Nós do Morro, juntamnete com um "Romeu e Julieta" e " Domando a Megera", espetáculo da Cia Nós do Morro.

 

GRUPO NÓS DO MORRO – 09/12

 

“Era uma vez a tempestade – Um Shakespeare para todas as idades”

Autor: William Shakespeare

Diretor: Cico Caseira

 

Sinopse

 

A obra se passa numa ilha remota, onde Póspero, Duque de Milão por direito, planeja restaurar sua filha Miranda  ao poder utilizando-se de ilusão e manipulação. Próspero então invoca a epônimaTempestade, visando assim atrair seu irmão Antônio, que lhe usurpou a posição de Duque, e seu cúmplice, o Rei Alonso de Nápoles, para a ilha. Lá, suas maquinações acabam por revelar a natureza vil de Antônio, provocando a redenção do Rei, e o casamento de Miranda com o filho de Alonso, Ferdinando.

 

Serviço:

 

Duração: 80 minutos

 

O CCBB patrocina o projeto há nove anos, reafirmando o compromisso com a formação do ator/atriz e a valorização da educação e da cultura.

 

PROGRAMAÇÃO

 

3/12 - ETTAM- Escola de Atores Tânia Moraes

4/12 - O Tablado

5/12 - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio)

6/12 - Nova Escola de Teatro

7/12 - Casa de Cultura Eduardo Cabús/ESPAÇO 13

9/12 – Grupo Nós do Morro

10/12 - Cal - Casa das Artes de Laranjeiras

11/12 – Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna

12/12 - Cia de Teatro Contemporâneo

 

Serviço:

 

IX Mostra Estudantil de Teatro

De 03 a 13 de dezembro de 2015

Teatro II do CCBB

Rua Primeiro de Março, 66 – Centro / Rio de Janeiro

Horário: 19h

 

 

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GRUPO TEPEÓ OCUPA O TEATRO DO VIDIGAL DE 23 à 31/10

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E PENSAR QUE UM DIA FOMOS FELIZES PARA SEMPRE

Texto e Direção de Oscar Saraiva.

Temporada: 
23 e 24 outubro (sexta, sábado) - Horário: 21 horas 

25 de outubro ( domingo) 20 horas

30 e 31 de outubro (sexta e sábado)
Horário: 21 horas
Local: Teatro do Vidigal (fundos da Escola Municipal Almirante Tamandaré) Rua Doutor Olinto de Magalhães, 16 - Vidigal

BILHETERIA: 4 reais

 Classificação indicativa: 16 anos

SINOPSE:

E pensar que um dia fomos felizes para sempre conta uma história de amor e vingança. Uma história de pessoas que vivem pequenas inconsequências. Estas se acumulam até o inevitável desastre que modifica radicalmente suas vidas. Ninguém está salvo, ninguém é culpado ou inocente, mas o alvo continua sendo cada um de nós. Esta é a história de quando uma bala perdida encontra o alvo.

> FICHA TÊCNICA:
Elenco: Anderson Primo /Beatriz Morgana /Elton Pinheiro /Eric Meireles /Kamilla Neves /Noemia Oliveira 
Paula Almeida / Vinicius Patrício.

Ator Convidado: Camilo Pelegrini

Texto e direção :Oscar Saraiva

Músico:Raphael Pippa

Iluminação:Elton Pinheiro

Fotos :Vinicius Patricio

Arte:Débora Accioly

Produção e realização
GRUPO TEPEÓ

O teatro do Vidigal foi construído pelo Grupo Nós do Morro em 1995. Completando esse ano 20 anos aberto ao público, com aulas, apresentações teatrais, musicas, saraus e poesias. 

 

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´Bandeira de Retalhos´ comemora um ano em cartaz com nova temporada no Casarão do Nós do Morro

´Bandeira de Retalhos´ comemora um ano em cartaz com nova temporada no Casarão do Nós do Morro

 

´Bandeira de Retalhos´, peça do Nós do Morro que estreou em 14 de junho do ano passado na sede do grupo, no Morro do Vidigal, inicia uma nova temporada, no mesmo local, na terça-feira, dia 4 de junho, às 21h. O espetáculo fica em cartaz às terças-feiras, às 21h, até 17 de julho no Casarão do Nós do Morro – Rua Dr. Olinto de Magalhães, 54, Vidigal. A entrada é gratuita, mas com direito ao chapéu do elenco, ao fim do espetáculo.

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