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Brasil é um dos países com menor mobilidade social; como mudar este quadro?

Uma pesquisa realizada recentemente revelou que o Brasil é um dos países com a avaliação mais baixa quando o assunto é mobilidade social.

De acordo com uma pesquisa realizada em mais de 30 países, o Brasil é um país que não é citado como referência quando o assunto é mobilidade social. Muitos são os problemas que a nossa nação enfrenta atualmente, mas o maior descaso citado foi com a educação.

E vale a pena estar ressaltando igualmente que isto não quer dizer que não existam programas relacionados a educação atualmente.

Um bom exemplo disso, é o Programa Universidade para Todos, o Prouni, que vem possibilitando que estudantes de baixa e média renda estudem em instituições do ensino superior com bolsas parciais ou integrais. Com a crise ocasionada pelo coronavírus, a expectativa é que hajam muitas inscrições para o PROUNI este ano.

Além do próprio Prrouni, os jovens também encontram oportunidades de conseguir uma vaga em universidades através do Sistema de Seleção Unificada (SISU) ou ainda, uma bolsa de financiamento estudantil através do Fies.

Por isso, os alunos que interessados em ingressar no ensino superior, deverão estar atentos a edição 2021 do PROUNIassim como todos outros programas mencionados.

Então, como apontado, existem iniciativas voltadas para a assistência educacional deste público e por isso, resta a dúvida: o que acontece para que o país esteja num lugar tão baixo neste ranking? Bem, o primeiro pontado a ser enfatizado é que estamos falando de inciativas para o ensino superior.

Durante a sua formação no ensino base, o aluno de baixa e média renda enfrenta diversos problemas como a violência, a falta de assistência, a vulnerabilidade, a fome, entre muitos outros fatores que precisam ser analisados isoladamente.

De acordo com o estudo, menos de 10% dos jovens que se encontram em situação de pobreza extrema chega a ocupar essas vagas. Isto quer dizer que, possivelmente, o índice de pessoas saindo do estado de pobreza é muito baixo.

O estudo considera um fator simples: quanto a futura renda dos filhos depende da renda atual dos país. E após a avaliação, ficou evidente que, no Brasil, o rendimento médio dos filhos é muito próximo ao dos seus pais.

Para que esses números começassem a mudar, seria necessário que muitos planos a longo prazo fossem implantados e que os programas sociais se tornassem mais funcionais.

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